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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

SRI AUROBINDO

SRI AUROBINDO
AUTRES DIMENSIONS


Eu sou SRI AUROBINDO.



Irmãos e Irmãs na humanidade, que a Comunhão seja entre nós, pelo Amor, pela Luz e pela Graça.



Eu venho, por minha vez, para completar uma série de elementos referentes à descida do Supramental, a realização deste na estrutura da consciência limitada, na estrutura física e nas estruturas sutis.



Esse processo foi denominado Fusão dos Éteres.



A Fusão dos Éteres foi realizada nos céus desta Terra, durante a primavera (outono, no hemisfério sul).



Antes do início deste inverno (verão, no hemisfério sul), a Fusão será concluída, na consciência limitada.



Traduzindo-se por certo número de mecanismos específicos da consciência (isso foi explicado), como da energia, da Vibração, que vai dar-lhes, de algum modo, a viver e a manifestar uma série de elementos.



O primeiro desses elementos (que é o principal) é, de qualquer forma, a transformação do fogo Luciferiano (ou fogo do desejo) no Fogo do Espírito.



O Fogo do Espírito não é uma vaga ideia da cabeça, mas uma vivência que deve se instalar, no conjunto das células, porque a Ascensão (como isso lhes foi comunicado) realiza-se no corpo, nesta carne.



Já que se trata de uma Transmutação, e mesmo bem mais, de uma Transubstanciação, fazendo passar uma determinada estrutura, de um estado Vibratório específico, a outro estado Vibratório, ou se vocês preferirem, de uma gama de frequências a outra gama de frequências.



Mesmo em meio a este mundo, onde vocês estão encarnados, existem tantas consciências diferentes quanto seres humanos diferentes.



Existem tantas verdades quanto seres humanos diferentes, porque o mesmo acontecimento, porque o mesmo fato, não tem o mesmo significado, nem o mesmo escopo, e não corresponde à mesma verdade, vivenciada por cada consciência.



E, no entanto, existe um mecanismo coletivo, em operação, atualmente, mesmo se muitos de nós lhes dissemos que a Ascensão individual (em curso de realização ou já realizada) não é, no momento, capaz de ser sobreposta à Ascensão coletiva (que se refere, ela, a um momento particular determinado pela Terra).



Quando eu fui São João, eu dei certo número de elementos, com relação às modificações visíveis, durante minha época, deste efeito da Transubstanciação, traduzindo-se pelo desaparecimento de alguns elementos, de algumas consciências deste Plano de vida.



Naturalmente, todos esses processos foram iniciados e ampliados, progressivamente, desde o início deste ano terrestre.



Além da Fusão dos Éteres (realizada no Céu, no mês de abril), houve (como talvez vocês tenham notado) o desaparecimento, cada vez mais considerável, de algumas consciências desta Terra, Liberadas, de alguma maneira, de certa forma de confinamento.



Obviamente, poderíamos falar muito tempo sobre o modo de olhar as coisas, segundo o ponto de vista, segundo o que é dado a ver pelos olhos e o que é dado a Ver pelo Coração.



O que é mostrado pelos olhos (e pela consciência da personalidade, é claro) chama-se de morte, e várias espécies animais, e vários elementos de vida se transformam, mais ou menos progressivamente, um pouco em cada parte sobre esta Terra.



Logicamente, aqueles que não estão atrás das verdadeiras informações, não podem estar atualizados sobre o que acontece, real e concretamente, no (eu diria) aspecto físico da vida sobre esta Terra.



Porque isso não alcançou, eu diria, um limiar de percepção consciente que corresponderia ao conjunto da consciência coletiva da humanidade.



Mas esse processo está, efetivamente, prestes a acontecer, além (talvez) do seu limiar de percepção consciente ao nível coletivo, mas ele acontece, mesmo assim.



Nosso Comandante forneceu, desde alguns anos, elementos importantes, ao nível geofísico, que confirmariam (de algum modo) o processo Ascensional da Terra (ndr: uma avaliação foi feita, recentemente, por O.M. AÏVANHOV sobre esses elementos, ver sua intervenção do dia 23 de outubro último).



Lembrem-se de que a não luz serve-se da Luz.



Lembrem-se de que a não luz vai utilizar as circunstâncias, quaisquer que sejam (climáticas, geofísicas, cósmicas), para tentar realizar suas visões, que são, é claro, a perpetuação de uma Dimensão, por ignorância ou por medo do que representa, na Verdade, a Luz, para o Espírito.



A vida neste mundo (tal como nós a conhecemos, tal como vocês ainda a conhecem), transforma-se.



Individualmente, vocês vivem as mudanças e as transformações, sem, no entanto, viver ainda a Transubstanciação, mesmo se muitos de vocês começam a viver fenômenos ligados a esta Fusão dos Éteres, como foram explicados ontem (ndr: ver as intervenções de 26 de novembro de GEMMA GALGANI e de UM AMIGO).



Esse mecanismo de Fusão dos Éteres, para as estruturas de consciência humanas, e para todas as outras estruturas de consciência manifestadas em vidas (por exemplo, denominadas animais), traduz-se, muito exatamente, pelo que vocês observaram (para aqueles que ali se interessaram) quanto ao processo de extinção de alguns mamíferos marinhos, de alguns pássaros.



Esse processo de extinção (assim chamado por aquele que teria apenas um olhar limitado) é, evidentemente, perfeitamente outra coisa do que uma extinção, já que se trata de um verdadeiro Nascimento, mesmo se isso não lhes seja visível.



O ser humano irá insistir em chamar de morte o que ele não entende, a partir do momento em que uma consciência desaparece de seu Plano, aí onde ele próprio está manifestado.



Nós frequentemente lhes dissemos que esse processo de Liberação matricial, que está em andamento desde algum tempo, e que se acentuou (se o podemos dizer) desde as Núpcias Celestes, desde o ano de 2009, culminou, no final do ano passado, na Liberação do Sol, na Liberação do núcleo da Terra.



Cuja finalidade, é claro, é a Liberação do ser humano.



Então, obviamente, a consciência limitada chamará esta Liberação de um fim.



Mas não é um fim, é apenas um início, um verdadeiro Nascimento nos Mundos do Espírito.



Naturalmente, o Espírito (e isso foi ainda corroborado, eu diria, pelo IRMÃO K) não está presente sobre este mundo.



O Espírito parece como algo, aliás, ligado ao Corpo de Estado de Ser que, para aqueles que não vivem as Vibrações, nem a transformação, é apenas uma hipótese.



Somente aqueles que vivem as Vibrações estão bem além da hipótese, já que isso faz parte de sua vivência, e isso se reflete por modificações, cada vez mais flagrantes, da Consciência.



A Fusão dos Éteres é um processo que vai trazer uma conscientização do processo de Transubstanciação.



O que quer dizer que haverá (antes do que nós chamamos de momento final da Terra, da sua Ascensão) uma conscientização (para uma grande parte da humanidade que, no momento, não realizou esta conscientização) de que alguma coisa não funciona mais, realmente, como antes, e de que uma transformação de envergadura está em andamento sobre a Terra.



No momento, isso apenas apareceria àqueles que vivem a Vibração Interior, ou as premonições, ou as intuições Interiores.



Vocês não estão sem ignorar que 80% da humanidade continuam, de algum modo, suas vidas como se nada houvesse, porque, efetivamente, para essas consciências, nada existe.



Isso é sua vivência.



Como diria IRMÃO K, isso é sua Liberdade.



E é, sobretudo, seu campo de experiência, mas esse campo de experiência (ligado à perpetuação de uma consciência particular) será, a um dado momento, confrontado com a realidade e com a Verdade do processo que esses seres irão chamar de extinção total da humanidade.



Que, quanto a nós, nós preferimos chamar, é lógico, de Verdadeiro Nascimento nos Mundos do Espírito, o que nós podemos nomear: a Liberação, a Ascensão, a Transubstanciação que é um processo que foi vivenciado, em várias ocasiões, sobre esta Terra, sem, no entanto, que houvesse uma Liberação.



As coisas são profundamente diferentes.



Mas, é claro, para aqueles de seus Irmãos e Irmãs (nossos Irmãos e Irmãs) que não vivem esse processo de Transubstanciação da Consciência (de realização do Si, da Unidade, da Alegria, da Vibração), é extremamente difícil aderir ao que se traduziria, para eles, por seu próprio desaparecimento.



A consciência estando estabelecida na Ilusão considera que esta Ilusão é a única verdade, porque é a única palpável.



Isso faz parte do campo de experiências da limitação, e eles sequer podem conceber, ou imaginar, ou esperar, que existe outra coisa que esta consciência limitada, que esta vida, que este corpo.



Para a maioria dos seres ainda não Despertos, existe apenas uma vida: aquela da personalidade.



Existe apenas um objetivo: aquele da satisfação dos desejos, da perpetuação do que foi chamado de espécie, e de certo número de crenças (que elas se situem ao nível econômico, ou espiritual, ou religioso, absolutamente nada muda, eles estão em suas crenças).



Na crença (na personalidade, como vocês sabem), há uma noção de efêmero.



Esta noção de efêmero, no sentido da vida humana, está também inscrita (mas em outra escala de tempo) no efêmero da Terra, em meio a Dimensões alteradas, ou falsificadas.



Os processos de transformação da Terra, ligados ao basculamento denominado dos pólos físicos da Terra, são uma realidade.



Isso ocorre extremamente regularmente.



Evidentemente, não no intervalo de uma vida, nem no intervalo de uma memória coletiva, o que faz com que a memória coletiva jamais seja guardada, justamente, a memória, exceto através dos escritos (como o dilúvio de Noé), mas absolutamente não ligados aos basculamentos dos pólos (mas, simplesmente a fatores de chuvas prolongadas, tendo inundado os solos).



A realidade é, logicamente, outra coisa.



Existem, então, ciclos naturais.



Esses ciclos naturais são, também, bem humanos, através do nascimento e da morte, como os ciclos naturais da Terra.



Eles são denominados naturais porque fazem parte da normalidade desta Terra.



Esta normalidade da Terra que não é, absolutamente, a normalidade da Vida em meio aos Universos, mas, sim, uma normalidade inscrita segundo princípios de funcionamento extremamente específicos, deste mundo, nesta Dimensão.



O Espírito é Eterno.



A Luz é Eterna.



A Consciência é Eterna.



Mas, certamente, não a consciência da personalidade, certamente, não a consciência do que é cíclico (como a vida, através do nascimento e da morte).



A Verdadeira Vida não passa, nem pelas portas da morte, nem pelas portas do nascimento, já que ela está inscrita, por toda Eternidade, na mesma cinética (se o podemos dizer), além da noção de ciclo.



Naturalmente, os ciclos são observáveis sobre esta Terra.



Há os ciclos do dia, os ciclos da vida e da morte, e os ciclos dos anos.



Esta noção cíclica faz parte do próprio princípio da alteração da propagação da luz.



Foi relatada, pelo Comandante, a Liberação dos envelopes isolantes.



Foi-lhes relatada, mais recentemente, a Liberação dos envelopes isolantes do corpo humano, ou seja, do corpo astral, do corpo mental e do corpo causal.



Alguns sábios disseram que: “o que está em cima é como o que está embaixo”.



Mas o que está em cima, não deve ser compreendido como: o que está no Espírito.



Porque o Espírito não está em cima, nem embaixo, ele está por toda parte.



Deste modo, então, “o que está em cima é como o que está embaixo” aplica-se às leis naturais deste mundo.



E há, então, efetivamente (pelo princípio de analogia e de correlação, e de ressonância), uma adequação total entre as camadas isolantes da Terra e as camadas isolantes da personalidade, que mantém certa forma de coesão, certa forma de coerência.



Mas além desta coesão e desta coerência, existem estratos (se podemos dizer) do ser humano e da Consciência, que não estão limitados por qualquer camada ou por qualquer estrato.



A Fusão dos Éteres, realizada no Céu, realizando-se nos corpos humanos e nos corpos de toda vida sobre este planeta, já colocou, então, certo número de elementos que lhes são acessíveis.



Esses mecanismos, chamados de partida em massa dos animais (de mamíferos marinhos, de pássaros, essencialmente), correspondem a uma Transubstanciação total dos seus corpos.



O olho humano vai chamar isso de cadáver.



Mas não o é, porque o corpo está presente, não existindo ainda uma Consciência presente, aliás, em outro espaço-tempo.



Do mesmo modo que, quando um ser humano, no ciclo da morte e do nascimento, chega a morrer, evidentemente, a Consciência não desaparece apesar de tudo.



Mesmo se o reducionismo e o fim da Idade Sombria fazem considerar a vida como inscrita entre o nascimento e a morte, aqueles que têm um mínimo de crença ou de experiência espiritual sabem que, mesmo em meio à matriz, existe um princípio de reencarnação.



Onde a Consciência jamais desaparece, mesmo se há (de algum modo) uma obliteração do que é chamado de vidas passadas, da mesma forma que existe uma obliteração do Espírito.



A Fusão dos Éteres (além da dissolução do corpo astral, do corpo mental e do corpo causal), neste período de tempo que antecede o momento coletivo final da Terra, vai levar cada vez mais seres humanos a se conscientizar de que eles não são limitados por este corpo, ainda menos por este nascimento e esta morte.



E há, então, um princípio de perenidade que vai emergir.



O próprio princípio da conscientização da perenidade da Consciência é (vocês bem imaginam) um elemento importante que virá diminuir o ‘choque da humanidade’, para aqueles dos nossos Irmãos e Irmãs que teriam vivenciado esse conceito de perenidade antes do momento coletivo, final, da Terra.



Lembrem-se das etapas precisas que eu abordei o conteúdo, desde um ano, referentes ao choque da humanidade: a negação, o medo, a negociação e, enfim, a aceitação do que chega (ndr: intervenção de SRI AUROBINDO de 17 de outubro de 2010).



Naturalmente, o conjunto dos Irmãos e das Irmãs que vivem as Vibrações, em um nível ou em outro, vai compreender, porque eles vão viver a noção da perenidade da Consciência.



Não como uma crença em uma sobrevivência do que quer que seja, mas, sim, porque a própria Vibração da Consciência, em meio à Luz Vibral, vem reforçar a Consciência em sua perenidade.



O que dissolve o corpo astral, o corpo mental e o corpo causal, não é uma ação da personalidade, mas, sim, uma ação direta da Inteligência da Luz, por intermédio do que nós denominamos Fogo do Espírito e que, em minha última vida, eu descrevi como a irrupção do Supramental: esta Luz Branca que iria transformar toda vida e provocar mudanças importantes, na Consciência como nas próprias condições da vida, já que não haveria mais confinamento, não haveria mais regras de vida que fossem sobrepor-se, entre um antes e um depois.



Evidentemente, de maneira mais ou menos consciente, vários seres humanos, além da vivência Vibratória, aderiram a um princípio de transformação.



A única porta de saída possível é o Coração, não em uma crença no coração, não em uma esperança, mas, sim, na vivência Vibratória, já que a Consciência é Vibração.



Por mais que a consciência limitada afirme que ela crê na Unidade (ou que ela crê na perenidade da alma ou do Espírito, ou que ela crê no Espírito), enquanto ela não vive isso, permanece apenas uma crença e não uma vivência.



Nós também desenvolvemos, uns e outros, muito amplamente, a noção de crença e de experiência.



Porque a crença não é uma experiência.



Ora, o conjunto da vida humana, sobre esta Terra, baseia-se no conjunto de crenças pouco claras que não têm, até que se prove o contrário, qualquer existência real, além deste mundo.



O próprio princípio da perenidade da vida sobre este mundo (com base, como eu disse, na noção de ciclos, e de confinamento em meio a ciclos), faz com que as forças de não-luz tenham tentado, até agora, limitar (de algum modo) a expansão da consciência, e isso de múltiplas maneiras.



Ou reforçando as crenças (como elas sempre existiram, mas as modificando): dando, à sede de liberdade do ser humano, uma água para beber, que é uma água que dá respostas, mas respostas, neste mundo, mesmo em nível espiritual.



Isso se denomina ‘leis da alma’, leis da reencarnação, a psicologia espiritual: um conjunto, um tesouro de conhecimentos que podem ser explorados neste mundo, mas que, absolutamente, não preparam para viver o Espírito.



Já que o Espírito, aliás, não é mesmo abordado, e a finalidade não é mais o Espírito, mas, sim, o florescimento da alma (através de certo número de conceitos que vocês foram levados a encontrar em diferentes leituras, em diferentes ensinamentos, ou transmitidos por diferentes pessoas).



A Liberdade é Vibratória.



Ela não tem o que fazer de quaisquer leis, de quaisquer regras, presentes neste mundo.



A Fusão dos Éteres firma (para aqueles dos Irmãos e Irmãs que vivem esses estados Vibratórios) a Dissolução total do conjunto do que está ligado (como isso foi dito) ao corpo de desejo, em primeiro lugar, a tudo o que está ligado às emoções.



Vários seres que vivenciaram o Despertar do Coração falaram-lhes do efeito das emoções como elemento que freia o acesso à Unidade.



Outros ensinamentos, mais ligados à transformação da humanidade atual (mas não à Unidade, porém mais ao prolongamento da Dualidade), falaram-lhes de conhecimento de suas próprias emoções, e foram mesmo até para assimilar a emoção ao Coração.



O que é, obviamente, absolutamente falso, já que o Coração, de modo algum, é uma emoção, mas, sim, um estado se Ser, ao passo que a emoção é um estado de reação.



O estado de Ser jamais será um estado de reação.



No que se refere à terceira camada isolante da consciência individual, o corpo causal: esse corpo causal, como seu nome indica, evoca uma causalidade, chamada, de outra forma, de lei de carma ou de ação/reação, dando a explicação do que é viver na matriz (que isso seja através das relações entre os seres, através da lei de carma, através de ação/reação, mesmo em nível mais sutil, psicológico).



Mas esta lei causal não é absolutamente, nem o reflexo, nem mesmo o oposto do que representa a Lei da Graça, que está além do corpo causal.



O Fogo do Éter, ao nível da consciência individual, traduz-se pelo Fogo do Coração ou pelo Fogo do Espírito.



A irrupção do Supramental (em seu momento individual, que lhes é próprio) traduz-se, pouco a pouco, ou mais brutalmente, pelo desaparecimento total do seu corpo emocional, do seu corpo mental, dando-lhes a capacidade para não mais pensar, dando-lhes a capacidade para não mais reagir.



Fazendo com que, efetivamente, todos os Irmãos e Irmãs que Vibram, em um momento ou outro, fiquem suscetíveis para viver momentos, cada vez mais intensos, e cada vez mais prolongados, de imersão na Luz.



Onde nada mais existe senão a Luz e a Consciência.



Onde tudo o que pertencia à Ilusão (ou seja, este corpo, esta vida, tudo ao que vocês estão submetidos), naqueles momentos, e somente naqueles momentos, desaparece por completo.



É nesses momentos particulares (e eu lhes dei, desde alguns anos, alguns elementos, através da respiração ou através da focalização da Consciência, ou através mesmo do que lhes deu UM AMIGO, no Yoga da Unidade ou da Verdade), que irão permitir-lhes aproximar-se dessa Passagem da Porta Estreita, da vivência do Coração (ver a coluna “Protocolos a praticar / Protocolos prioritários”).



Tudo isso é, em última análise, uma preparação individual (como eu disse) visando facilitar o estabelecimento do momento coletivo da Terra, na coletividade da Consciência humana.



Pondo fim, desta vez, real e definitivamente, ao corpo causal da Terra.



Realizando, assim, a Liberação da Terra e sua Ascensão definitiva nos Mundos Unificados da 5ª Dimensão.



Isso se traduz, para aqueles que estão atentos, pela rachadura (já presente no manto terrestre, desde a penetração da Luz Adamantina), não somente no núcleo terrestre, mas no manto terrestre.



Fazendo com que a transmutação alquímica de alguns elementos de carbono da Terra torne-se cada vez mais evidente, e se traduza, como disse nosso Comandante, por um aumento do raio da Terra (ou do diâmetro da Terra) e, portanto, de sua superfície.



Tudo isso se desenrola também, doravante, em vocês, dando-lhes alterações de percepção, até mesmo, do que é, para vocês, a vida.



E vocês se dão conta, cada um ao seu ritmo, de que nos momentos ditos de Alinhamento (ou de meditação, ou de Fusão com a Luz, ou de Comunhão), vocês imergem, com grande facilidade, na Luz, e vocês se extraem, de maneira muito simples, da personalidade e dos diferentes papeis que são mantidos na vida dita ordinária, sem, no entanto, que houvesse uma demissão.



Mesmo se, é claro, nós estamos conscientes de que esse processo está longe de ser perfeito no momento, já que isso se traduz, como dizia IRMÃO K (ndr: ver sua intervenção de 27 de novembro - em tradução), por certo número de interrogações ou de questionamentos com relação ao que vocês irão se tornar e ao que vai se tornar o conjunto do que faz suas relações, quaisquer que sejam.



Mas vocês constatam também, paralelamente, que gradualmente e à medida que vocês imergem nesta Luz, nesses momentos de Comunhão, quanto mais vocês imergem na Luz, mais suas preocupações desaparecem do campo da Consciência.



Já que a característica essencial da Consciência Unificada é, então, manifestar a Alegria, a Plenitude e a ausência de questionamento.



E pouco a pouco (ou de maneira mais brutal), vocês irão perceber que quanto mais vocês estão na Luz, menos há questões, e mais o conjunto do que se desenrola parece-lhes evidente.



O que, obviamente, é totalmente ao oposto daquele que não Vibra, que irá se colocar cada vez mais questões sobre a realidade do que vive a Terra (apenas vendo, por exemplo, o lado sombrio e não luminoso do estabelecimento de um plano de dominação da não-luz, mais do que a instalação da Luz).



Tudo irá depender, aí também, como dizia nosso Comandante, do ‘ponto de vista’: ponto de vista da lagarta ou ponto de vista da borboleta.



Mas o ponto de vista da borboleta não é uma invenção da imaginação, mas, sim, uma vivência do Espírito.



Que irá se traduzir, ele mesmo, por uma capacidade, cada vez maior, para não manifestar emoção (e, portanto, os desejos que ali estão associados), para não mais manifestar atividade mental (tal como está inscrita em meio à razão e à lógica), mas, bem mais, para manifestar a Inteligência da Luz, através de sua Vibração e do conjunto do que traz esta Vibração, ou seja, a Alegria, a Paz, a Serenidade.



E a certeza Interior, porque vivida, porque tudo se desenrola na harmonia, na Paz, mesmo se o olhar da personalidade (quando ela retorna nesse olhar) pode, às vezes, exprimir outra coisa.



Mas essas idas e vindas (como nós dissemos) permite-lhes, cada vez mais, estabelecer-se em suas escolhas definitivas e viver as consequências.



Naturalmente, qualquer que seja o Futuro desse corpo, qualquer que seja o Futuro de seu ambiente, próximo ou mais distante, vocês irão tomar consciência (como isso foi falado também) de que a impaciência não é mais oportuna.



Porque a Esperança é vivida como uma finalidade, ela mesma.



O que acontece, então, nesta dissociação Interior/exterior (ou consciência fragmentada e Consciência Unificada), dá-lhes uma forma de assentamento e de solidez da Consciência Unificada.



Afastando-os, gradualmente e à medida, da consciência da personalidade, de suas ligações, de seus jogos, de suas interações.



A Alegria é chamada a aumentar, a partir do instante em que a questão cessa.



E onde a interrogação se porta unicamente, não em uma data, não em um acontecimento exterior, mas na aquiescência a esta Luz e a seus efeitos, por sua Inteligência e sua Vibração, em sua própria vida, em sua própria Consciência.



Em resumo, vocês fazem o aprendizado, doravante, com a Fusão dos Éteres e as diferentes manifestações que ali serão acopladas (se esse já não é o caso), para viver uma maior facilidade em sua vida.



Porque a Luz se torna, efetivamente, cada vez mais, para vocês, uma evidência, uma certeza, e a única Verdade extraindo-os, deste modo, a título individual, da Ilusão.



Não são vocês que põem fim à Ilusão, mas, sim, a própria Luz que transforma, em vocês, pela Fusão dos Éteres do seu próprio conjunto de Corpos (ditos físicos e sutis), os próprios princípios de apego, de Ilusão, tornando-os Livres, Autônomos.



Não são vocês que os tornam Livres e Autônomos, mas, sim, a ação da Luz, a partir do momento em que vocês renunciaram à personalidade, a partir do momento em que vocês se Abandonaram, integralmente, à Luz, que realiza esta Obra, em vocês.



Vocês chegaram, é claro, a um momento chave desta transformação individual que é o momento em que o último envelope isolante de suas estruturas, chamado de corpo causal (ou, se vocês preferirem, o corpo e veículo da alma, ligado ao que foi nomeado Eixo ATRAÇÃO/VISÃO, associado, como IRMÃO K lhes mostrou, ao que foi denominado chacra do baço e chacra do fígado), vai desaparecer.



Levando-os a desviar-se da ATRAÇÃO e da VISÃO, levando a alma a não mais voltar-se para a sedução da Ilusão deste mundo e seus diferentes jogos, mas a se voltar, inteiramente, para o Fogo do Espírito a fim de viver a realidade e, sobretudo, então, permitir a esse corpo astral e a esse corpo mental desaparecerem, na totalidade.



O momento final será, efetivamente, o desaparecimento total do seu corpo causal, de uma maneira ou de outra, representando o que foi abordado como as diferentes vias possíveis da Ascensão, desde duas semanas (ndr: ver a intervenção de GEMMA GALGANI de 12 de novembro).



A partir daquele momento, haverá um mecanismo de sincronia entre o individual e o coletivo, correspondendo à dissolução do corpo causal individual, como do corpo causal coletivo, como do corpo causal da Terra.



Permitindo então, naquele momento, o que nós chamamos de Ressurreição, em meio aos Mundos Unificados.



O corpo que é o seu, a personalidade que é a sua (ainda no momento) irá aparecer-lhes, naquele momento, cada vez mais afastada da Verdade.



Porque sua Consciência não terá mais qualquer dificuldade para passar nesse Corpo de Estado de Ser e nesta Consciência de Estado de Ser, ou seja, no Si.



O eu será transformado, e em Transubstanciação total, com uma facilidade que será tanto mais evidente quanto mais vocês tiverem aprendido a deixar a Vibração da Luz agir, em vocês.



Muitos de vocês constatam que após terem observado os medos (num ‘face a face’, ou através de episódios de ‘a noite escura da alma’, como isso foi abordado), vocês vivem, agora, mecanismos de Abandono à Luz muito mais simples do que antes, e aceitam o que a vida dá a viver, de maneira muito mais evidente, qualquer que seja este acontecimento a ser vivido (no corpo, em uma relação, em um trabalho, ou em qualquer esfera que seja, pertencente a este mundo).



Isso se traduz, é claro, no corpo, por mecanismos de calor e de Fogo, por mecanismos de suporte, em particular e, sobretudo, ligados à Porta posterior de CRISTO, denominada Porta da Transparência.



Mas, também, por Vibrações cada vez mais intensas, indo além, amplamente, agora (para alguns de vocês), das Portas e das Estrelas, implicando um mecanismo Vibratório do conjunto da Consciência, e do conjunto das estruturas chamadas de corpo físico, corpo astral, corpo mental.



Simplesmente, o corpo etéreo se transforma.



Porque não é mais este intermediário entre o corpo físico e a alma, mas ele se torna a estrutura, pelo Éter, modificada e Revelada.



Esse corpo etéreo (que lhes dá, aliás, as percepções que vocês vivem, ao nível das diferentes Coroas, das diferentes Portas, das diferentes Estrelas, das diferentes Trilhas) está prestes a se transformar, já que esse corpo não está mais ligado, simplesmente, ao confinamento em meio a uma força etérea (chamada de fogo da personalidade ou fogo da alma), mas está Transfigurado pelo que nós nomeamos Fogo do Espírito.



Dando-lhes a perceber um Corpo Etéreo profundamente diferente, em seus mecanismos de funcionamento, e que, sobretudo, não está mais submisso ao corpo de desejo, não está mais submisso ao corpo etéreo, ao corpo astral (permanece, ainda, em certa medida, submisso ao corpo causal, já que, se vocês me escutam aqui, significa que vocês ainda estão presentes nesta Dimensão).



O mecanismo de Transubstanciação, ou seja, da Ascensão, qualquer que seja o tipo de Ascensão, tornar-se-á muito mais fácil pelo seu papel, efetivamente, de Semeadores de Luz, de Ancoradores de Luz, de Difusores de Luz pela Comunhão e pela Graça, pelas diferentes técnicas que vocês podem utilizar para elevar suas Vibrações.



Vocês constatam, aliás, por vocês mesmos, que, doravante, é cada vez mais fácil escapar às suas próprias imagens, aos seus próprios medos.



Não lutando, não fazendo protocolos, mas, sim, elevando vocês mesmos, pela própria Consciência, a Vibração.



É-lhes (e lhes será, talvez) cada vez mais fácil constatar que, quando vocês elevam sua Vibração, no estado de Comunhão (com vocês mesmos, ou com outros Irmãos e Irmãs, ou com outras Dimensões), torna-se, naqueles momentos, muito mais fácil Liberar-se de todo medo, de todo condicionamento, de todo corpo e de toda personalidade.



Há, então, um processo de aclimatação, bem real, e de propagação, bem real, da Luz, no campo da consciência limitada: é a passagem do eu ao Si, tal como UM AMIGO lhes falou ainda ontem (ndr: ver a intervenção de UM AMIGO de 26 de novembro).



Retenham que, quanto mais vocês avançarem nesse tempo linear deste mundo, mais irá lhes parecer como claro que a única maneira de resolver o que quer que seja, não é se opor a quem quer que seja, ou ao que quer que seja, mas, sim, se elevar no que nós chamamos de Vibração da sua Consciência.



Esse mecanismo de subida Vibratória (que eu já havia abordado algumas técnicas, particularmente em relação à respiração, que devia passar dos pulmões ao Coração) é, hoje, um mecanismo que se desenrola muito mais fácil, a partir do momento em que seu Abandono na Luz aumenta em intensidade.



Vocês são extremamente numerosos a realizar isso, sobre a Terra, neste momento.



E isso vai, é claro, se reforçar, gradualmente e à medida dos dias que vão transcorrer, que vão ver esta Fusão dos Éteres individual reforçar-se.



O aprendizado que vocês realizam, e a experimentação que vocês realizam, apenas têm como objetivo prepará-los, ao melhor, para viver o momento coletivo da Dissolução do corpo causal da Terra, e do seu próprio corpo causal individual.



E isso se realiza (como vocês vivenciaram e compreenderam) pela própria Vibração, pela própria Luz.



Ou seja, que não é questão de pedir à Luz para agir em tal ou tal coisa, mas de Ser a Luz, na totalidade, para constatar que os medos que estavam até agora presentes nos ‘face a face’, ou mesmo nos momentos de ‘noite escura da alma’ (que vocês puderam, ou não, viver), estão prestes a desaparecer, pela ação da Luz, a partir do instante em que vocês reconhecem que a Luz irá agir de maneira muito mais segura, muito mais certa, e muito mais evidente, do que o que vocês poderiam fazer em meio à consciência da personalidade.



É esse basculamento, essa Passagem que os prepara, através dessa terceira Passagem da Porta Estreita (chamada de Porta da Pobreza ou da Infância), para realizar a Comunhão com o CRISTO, com a Luz Branca.



E, então, para sair do conjunto dos condicionamentos e dos medos, oriundos deste corpo, desta personalidade e desta vida encarnada, confinada.



Tudo isso vocês o conscientizam, cada vez mais facilmente, a partir do momento em que vocês renunciam (como isso foi dito) à Ilusão dos apegos, quaisquer que sejam.



Vocês não têm (e é aí onde eu queria chegar) nada a desejar.



Vocês não têm, sobretudo, nada a pressionar, em vocês como no exterior de vocês.



Vocês têm, simplesmente, que deixar agir, que deixar estar a Inteligência da Luz.



O próprio princípio da Ascensão resulta desta facilidade com a qual vocês aceitam sua própria Liberação.



Evidentemente, para aquele que não Vibra (e é sua liberdade, eu lembro a vocês), para ele, tudo isso é apenas uma Ilusão, e o paradoxo é que isso vai lhe parecer um confinamento, ou um sonho, enquanto que, justamente, é ele que sonha.



Vocês veem o mecanismo de inversão na operação, por vocês mesmos e por sua consciência.



Enquanto o ser humano não considera, e não vive, o fato de estar confinado, ele considera como totalmente salutares o corpo e a razão, enquanto que aquele que vive a Luz irá se tornar, para ele, um perigo (em todos os sentidos do termo).



Mas lembrem-se de que esse momento individual, que vocês vivem, da Fusão dos Éteres, permitindo, então, a Liberação (pela destruição pura e simples do corpo causal e, portanto, das memórias da alma, e mesmo do que é denominado Akasha ou éter confinado), possibilita, passo a passo, realizar, pela Merkabah Interdimensional coletiva (a sua como aquela da Terra), uma ‘alquimia’ de Transubstanciação.



Que levará, em um prazo muito curto, ao mecanismo da Ascensão Coletiva, e ao mecanismo da Liberação total da Terra.



Mas seu futuro e seu lugar, nesse mecanismo, irão parecer-lhes como cada vez mais infundados, gradualmente e à medida que vocês imergirem na Luz da Unidade.



Esta aclimatação que lhes é proposta (para aqueles que vivem as Vibrações) é uma vantagem para vocês, como para a Terra.



Porque vocês desempenham, de algum modo, o papel de amortecedor, permitindo viver (como nós o dissemos) o ‘choque da humanidade’, nas condições pessoais, mas coletivas também, muito mais fáceis do que seria ainda imaginável desde alguns anos.



Esse processo, que está em andamento, vai se tornar cada vez mais acessível para vocês.



Além, é claro, como dizia IRMÃO K, dos questionamentos, a interrogação fundamental é: qual é o seu sentido e qual é a sua finalidade?



Nada mais poderá desviá-los disso, e, sobretudo, não os jogos da não-luz.



Porque a Luz, como vocês sabem, não pode se opor à não-luz: ela apenas pode se estabelecer, em vocês, individualmente, passo a passo.



A ativação do que foi nomeado Canal Mariano (que é, de fato, a ativação do Antakarana, e o revestimento dos Cordões Celestes pelas Partículas Adamantinas) propicia, para muitos de vocês, a possibilidade de contatos transdimensionais, não mais com as entidades astrais, mas, sim, com as entidades da Luz Vibral.



Dando-lhes, então, a experimentar, por vocês mesmos, a diferença, principal e fundamental que pode existir entre o que eu denominaria (por conveniência) uma entidade do astral e uma entidade da Luz Vibral.



Já que, é claro, as consequências desses contatos não são absolutamente as mesmas, suas finalidades tampouco, e eu diria mesmo, totalmente opostas.



E suas ações em seu corpo e em sua Consciência são, aí também, totalmente opostas.



Tornar-se-á para vocês, então, cada vez mais fácil de não serem enganados por qualquer Ilusão.



Vocês serão, então, cada vez mais consolidados e estabelecidos na Verdade da sua Unidade.



A Fusão dos Éteres individual realiza isso, em vocês.



É muito exatamente isso que vocês vivem, pelos processos denominados de Visão Etérea, Visão do Coração e levando-os a viver a experiência de que Ver não está ligado aos olhos, nem a uma visão astral, mas, sim, a uma Visão totalmente independente dos olhos e dos sentidos.



Naquele momento, em sua consciência, não poderá mais existir a menor dúvida, o menor medo, a menor interrogação, e ainda menos questionamentos, porque vocês irão viver a Verdade.



E vivendo a Verdade, vivendo o Verdadeiro Ver, além dos sentidos, vocês não podem ser enganados, vocês não podem mais Iludir-se.



E, sobretudo, vocês não ficam mais submissos a qualquer condicionamento, ligado ao corpo astral ou ao corpo mental.



É assim que se realiza o Si, individualmente, antes que o Si coletivo seja revelado.



A Fusão dos Éteres, no sentido individual, leva-os, então, a prepararem-se para a Dissolução do corpo causal e, portanto, à Transubstanciação do corpo físico, devendo passar (pelas vias e pelos modos que são diferentes, como isso foi falado) no Corpo de Estado de Ser.



Mais uma vez, gradualmente e à medida que vocês viverem essas integrações, vocês irão se apreender de que não há qualquer preocupação a ter, para cada ser humano.



Porque cada um irá viver, muito exatamente, o que lhe está destinado.



E cada um, em relação a isso, tem sua estrita liberdade.



Isso não será mais um dogma, mas, sim, a própria experiência de sua vivência.



Eis ao que leva a Fusão dos Éteres, no tempo que lhes é disponível, ao nível individual.



Mas nós não lhes esconderemos que devem ocorrer algumas confusões ao nível do corpo emocional coletivo (para o que permanece) e, sobretudo, ao nível do corpo coletivo mental (chamado, se vocês preferirem, de ‘sistema de controle do mental humano’).



Que vê desaparecer, integralmente, as Ilusões, e que vê, para muitas consciências, aparecer claramente tudo o que estava oculto, até agora.



Conforme lhes foi dito, tudo o que foi ocultado de vocês será Revelado, não para aqueles que estão na Sombra aceitando revelar a não-luz e sua não-luz, mas, evidentemente, porque a iluminação da sua Luz, além de ver suas próprias zonas de Sombra, dar-lhes-á a ver as zonas de não-luz deste mundo.



O que reforça, assim, em vocês mesmos, seu estabelecimento, cada vez mais fácil, na Consciência Unificada.



Porque isso irá se tornar uma evidência cada vez mais flagrante, em relação direta, não com a atividade mental, mas, sim, com a atividade da própria Vibração, então, da Luz, então, do Si.



Eis os alguns elementos que eu tinha para acrescentar à Fusão dos Éteres, ocorrendo, atualmente, em sua estrutura individual, em seus corpos físico e sutis, deste mundo que, eu os lembro, não tem estritamente nada a ver com o Corpo que nós chamamos de Estado de Ser (ou Corpo de Espírito) que está, ele, situado além do corpo causal e além da vibração da alma, já que se refere e compreende, unicamente, o que é denominado Corpo de Espírito (Corpo de Estado de Ser ou Corpo Multidimensional).



O corpo físico não pode ser Dimensional, devido mesmo ao confinamento.



Seria um erro crer que, nos mundos falsificados (como este), houvesse ou haveria uma Liberdade de Consciência passando pela manutenção total da personalidade.



Seria um erro crer que esse corpo físico e suas estruturas, pertencentes à matriz, perdurassem em meio aos Mundos Unificados.



O Espírito não tem o que fazer (como lhes dissemos) das memórias da alma e da memória de suas vidas passadas, em meio à matriz.



O Espírito é totalmente independente de tudo isso.



O que lhes propicia a experiência é também que, gradualmente e à medida que vocês imergem na Vibração da Luz, gradualmente e à medida que vocês imergem na Luz Branca, vocês têm a estupefação de ver que vocês vivem, mesmo se o corpo não existe mais, mesmo se este mundo não existe mais.



Isso irá facilitar grandemente o ‘choque da humanidade’.



Eis, Irmãos e Irmãs na humanidade, o que eu tinha para entregar de suplementar.



Se existem, em relação, e somente em relação a isso que eu acabo de enunciar, necessidades de esclarecimentos adicionais, e se nós tivermos tempo, e se eu puder fazê-lo, eu trarei o que lhes for necessário.



Pergunta: em relação à Luz, qual é o interesse da matéria, na Criação?

Tudo é Matéria.



O Espírito é uma outra Matéria, cuja gama de Vibrações nada tem a ver com o que nós chamamos de matéria, quando nós estamos encarnados.



A Matéria é Espírito.



O que não é mais lógico, e o que não é mais Amor, é o momento em que a Matéria é privada do Espírito.



Não há objetivo outro do que Ser, para a própria Matéria.



Não confundam a matéria ligada ao confinamento deste mundo, e as outras Matérias.



O Espírito, que é chamado, do seu ponto de vista (neste mundo, enquanto nós ali estamos encarnados), de imaterial (ou de extremamente distante, quando eu vi chegar o Supramental), deve se tornar a Realidade da humanidade.



E, no entanto, esta Luz, denominada imaterial ou irradiação cósmica, é uma Matéria.



Existem partículas (e eu digo bem: partículas) que não existem sobre este mundo, que são Partículas de Luz, além mesmo das Partículas Adamantinas.



Portanto, a Luz não é ausência de estrutura, nem ausência de forma, é, simplesmente, a não limitação em uma estrutura, e a não limitação em uma forma.



O único objetivo não é outra coisa senão a Consciência.



A matéria é Consciência, a matéria deste mundo, porque, sem Consciência, não haveria, tão simplesmente, a vida.



A matéria inerte (no sentido reducionista) não existe.



Há Vibrações tanto em um pedaço de cristal como em uma consciência humana.



E eu diria, até mesmo, que há mais.



Mas esse “mais” não é hierarquizado, ele é, simplesmente, diferente.



Nós não temos mais perguntas, nós lhe agradecemos.



Irmãos e Irmãs na humanidade, que o Amor seja sua única Verdade, porque não há outra.



No Amor do Um, no Amor da Luz, e na Luz do Um.



Até breve.



... Efusão Vibratória ...





Enviado por Rosa

Mensagem do Bem Amado SRI AUROBINDO no site francês:

http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1287

27 de novembro de 2011

(Publicado em 28 de novembro de 2011)



Tradução para o português: Zulma Peixinho

http://portaldosanjos.ning.com



http://minhamestria.blogspot.com/

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