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domingo, 20 de março de 2011

OBRIGADO JAPÃO !



 
1 - No planeta parece estar-se criando ‘um mito’ (?) sobre os dias ‘11’... Lembremos alguns eventos dramáticos: nos USA, o dia 11 de setembro; na Espanha, o dia 11 de março - em que, alguns anos atrás - um atentado fez com que Madrid e o mundo abrissem seus corações ante o horror das bombas na estação de trens de Atocha. Coincidência?

 

Neste março de 2011, outro ‘11’ se tornou famoso pelo tsunami no nordeste do Japão, com o agravante dos efeitos sobre as Centrais Nucleares (quando Urano entrou em Áries). A energia Nuclear é a mais perigosa e poluente que se conhece, mas pressupõe abundantes benefícios para os países que a fabricam. Seus combustíveis tradicionais são o URANO e o PLUTÔNIO, e também o Tório. Não é difícil adivinhar que os nomes destes minerais provêm dos planetas Urano e Plutão.

 

Urano é o planeta que nos integra e entrega às Energias do Cristo e de Shiva, de tal maneira que tudo o que é exposto a energias tão poderosas e de tão alta vibração, e que não esteja em consonância com a lei divina, no plano divino, destrói-se por seus efeitos. Plutão, por sua parte, é o planeta que 'descobre' nossos mais recônditos e ocultos pensamentos e sentimentos, e é capaz, se não utilizarmos as energias do amor e a luz, de nos transportar aos abismos e aos infernos, até que cheguemos ao mais escuro oceano de nossas vidas, não nos deixando outra alternativa a não ser ascender.


 
E no que se apóia a Energia Atômica? No mais diabólico e escuro que a raça humana criou: a fissão, a desunião, a ruptura, a dualidade (o oposto do Amor...). Consegue-se a energia atômica com a fissão de átomos de urânio ou plutônio e, tanto na fase de obtenção do combustível nuclear (extração do mineral, lavagem e concentração, produção de lingotes de Urânio ou de Tório e separação química dos diferentes isótopos) como na etapa de funcionamento dos reatores nucleares ( processos de fissão, ativação e térmicas) obtêm-se enormes massas de resíduos radiativos com grave perigo para a humanidade e as criaturas da Terra, e inclusive para a própria Terra.

 

Além disso, a refrigeração dos reatores utiliza grandes quantidades de água que logo é novamente vertida nos rios, mares ou oceanos, transportando produtos altamente perigosos.


 
O Japão já sofreu a pior tragédia humana pela Fissão há mais de 60 anos, com as bombas da Hiroshima e Nagasaki (entre o 6 e 9 de Agosto de 1945) e as vítimas se contam, ainda hoje, em centenas de milhares.



Assim, sentimos um impulso imensamente forte de dizer – OBRIGADO JAPÃO! OBRIGADO IRMÃOS DA FAMÍLIA NIPÔNICA! Pois tanto em 1945, como agora, estão-nos abrindo, a toda a raça humana, à compaixão, à unidade, à união e à solidariedade, que antes nunca tínhamos desenvolvido na família humana.


 

Nossa compaixão, inclusive nas pessoas mais duras e inflexíveis, está crescendo cada instante, e quanto maior está sendo a tragédia, maior é a capacidade de fraternidade entre a raça humana.

 

OBRIGADO JAPÃO, por tão grande lição para a Humanidade.


 
Obrigado por seus sacrifícios em 1945, e até hoje, por salvar à humanidade de suas próprias misérias. Abrimos nossos corações à compaixão (mas não a essa energia escura da 'pena' ou tristeza) e ao amor fraterno, sentimentos tão necessários nestes momentos em que Mãe Terra, e sua Consciência superior (Gaia), estão empreendendo sua viagem à Ascensão. E graças a tantos heróis silenciosos, a humanidade também a está desfrutando. HERÓIS DO SILÊNCIO, como o são os 50 trabalhadores que estiveram na usina nuclear sabendo que sua saúde e sua vida estão em perigo, ou dos 180 que agüentaram firmes em meio à segura contaminação nuclear.



Agradecemos a esses heróis silenciosos como também aos soldados, os militares, os bombeiros, os serviços de urgências, as mulheres e homens da Cruz Vermelha Internacional. A todos desta corajosa e valente família nipônica rendemos graças, oramos e meditamos nestes momentos de dor tão profunda. São nossos HERÓIS, porque estão dando a vida para que a humanidade e a Mãe Terra possam dar novos passos para a Ascensão suprema em cujo processo estamos todos imersos.


Obrigado Japão, por estar conseguindo que a humanidade esteja, mais que nunca UNIDA, CONFRATERNIZADA NA COMPAIXÃO constante e com aquele tipo de alegria por compreender que, o que a simples vista parece um drama, uma catástrofe, na verdade é um luminoso novo degrau à ASCENSÃO de todo o planeta e de sua humanidade. OBRIGADO JAPÃO, OBRIGADO IRMÃOS NIPÔNICOS. AMAMOS VOCÊS, ESTAMOS COM VOCÊS, PORQUE SOMOS VOCÊS – SOMOS TODOS UM.


 
2.- URANO em Áries, PLUTÃO em Capricórnio: Já dissemos o que significa Urano para esta humanidade do Sistema Solar, e o fato de que ele esteja transitando no signo de Áries, significa também que nossa criança interior e as crianças em geral, e o início desta Nova Era passam pelo amor, pela luz, pela unidade e pela fusão de toda a raça humana. E lhes asseguro que Urano o consegue, pois quem não esteja em tal freqüência vibratória, vai se encontrar com sua dualidade na forma mais dura possível.



 
Somos criadores, e portanto, voluntários para elaborar nossas mais amorosas energias, ou não. Somos livres. As crianças que nascerem nos próximos 8 anos, e os que hoje tenham até 7 anos, são seres que vêm da vibração mais alta deste universo central em que vivemos. Eles transformam, com sua mera presença no planeta, a dualidade, convertendo-a em unidade crística.


 
Urano seguirá em Áries até Março de 2019. Por sua parte, Plutão está em Capricórnio, por isso as estruturas, as bases e os alicerces do sistema capitalista, dos governos corruptos (devido a que esta sociedade está apodrecendo em suas estruturas), viverão um inferno tão duro, que não terão mais outra alternativa a não ser elevar-se à luz. Inclusive as pessoas mais cruéis, escuras e pervertidas, nos próximos anos procurarão a luz como única meta.



 
Plutão está em Capricórnio até Janeiro de 2024, quando entra em Aquário. Para então a Ascensão será um fato físico, tão evoluído, que viveremos a luz, o amor e o poder divinos como algo cotidiano na Terra. E poderemos até já estar no Paraíso Divino na Terra. De fato, nestes momentos, os governos mais capitalistas do mundo, estão revisando sua ideologia sobre a Energia Nuclear, e sabemos que em um muito breve espaço de tempo, as Energias Limpas, também chamadas de alternativas, vão ser a única opção política e econômica de nosso amado planeta.


 
Aleluia. Já era hora.


 
Extrato de



www.unidiversidaddeluz.com



3 - A dor, o sofrimento e os transtornos provocados pelos violentos terremoto e tsunami que atingiram o Japão não podem ser subestimados.



Mas se alguém conseguir ignorar por um momento a devastação, verá nisso tudo um aspecto positivo. A necessidade de reconstruir uma grande área do Japão criará oportunidades imensas para o crescimento econômico doméstico, particularmente o desenvolvimento de tecnologias que consomem pouca energia, e ao mesmo tempo estimulará a demanda global e vai acelerar a integração do Leste da Ásia.



O Japão está imerso na estagnação há anos, apesar dos vigorosos programas de estímulo aprovados pelo governo e as taxas de juro equivalentes a zero porque, numa economia desenvolvida e avançada como esta, o que se tem verificado é uma demanda excessivamente fraca que possa produzir receitas suficientes para atrair o investimento privado.


 
Daí as famosas "pontes para lugar nenhum" e outros projetos que não deram em nada.



Ao dar um empurrão na economia madura do Japão, a Mãe Natureza fez o que a política fiscal e o banco central não conseguiram. Agora existem mais pontes para algum lugar a serem erigidas. Cidades e regiões inteiras terão de ser reconstruídas totalmente, de habitações e prédios comerciais a estradas, linhas ferroviárias, redes de informação, redes elétricas e até mesmo sistemas de alarme contra tsunamis que precisam ser modernizados e digitalizados. Plataformas como o Twitter e Facebook precisarão ser integrados num sistema apoiado em velhas tecnologias como sirenes de alerta e transmissões por rádio e TV.



O resultado da criação dessa nova riqueza será dinheiro no bolso dos japoneses para adquirirem bens e serviços globais.



E essa nova demanda com certeza atrairá pilhas de dinheiro em termos de oportunidades de investimento, desde os fundos comuns privados globais até bancos americanos e fundos soberanos da China. Num jantar em Hong Kong, há algumas semanas, um dos maiores investidores da Ásia queixou-se da escassez de bons negócios na Ásia fora da China.



A própria China tem muitos fundos excedentes e não sabe o que fazer com eles. O investimento estrangeiro direto por parte da China na reconstrução do Japão, país muito endividado, deverá aproximar e integrar as segunda e terceira maiores economias do mundo, de uma maneira que a reconciliação política não conseguiu em circunstâncias normais.



As maiores oportunidades estão na construção, a partir dos escombros, de cidades e infraestrutura inteligentes, mais econômicas em termos de energia e que sejam as mais avançadas do mundo. O Japão não é o Haiti nem os Estados Unidos. Apesar da longa estagnação, o país reteve sua admirável habilidade no campo da engenharia.



Na verdade, o país está excepcionalmente posicionado para uma recuperação verde. Enquanto o mundo tem se concentrado no terrorismo islâmico ou no milagre do crescimento chinês, o Japão está engajado numa revolução silenciosa como incubador de tecnologias do futuro que implicam baixo consumo de energia.



O Japão é responsável por 50% da produção de energia solar do mundo. O país utiliza 20% menos energia para produzir uma tonelada de aço do que os Estados Unidos, e 50% menos do que a China.

 


Ítem 3 - Extraído de: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110317/not_imp693105,0.php


Colaboração e edição: Master

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